Mensalão, Panetone, Igreja, Oração???

Nestes últimos dias a sociedade candanga se deparou com uma série de insultos à nossa confiança já abalada aos parlamentares e poder executivo do Distrito Federal. O chamado mensalão do DF ou do DEM (Democratas) que adquiriu um síbolo interessante para representar todo este esquema, o bom e velho panetone de nosso fim de ano. Realmente é uma situação que deixa qualquer cidadão muito indignado e com um enorme sentimento de traição.

Nos cristãos ficamos com a cereja do bolo, a melhor das coberturas desta história, em pleno dia do evangélico assistimos a divulgação de uma cena que de fato foi chocante, o senhor Brunelle, representante da bancada evangélica da câmera legislativa foi filmado recebendo propina e logo após conduzindo uma oração de agradecimento a Deus, pela vida do pagante. Se quando somos vítimas de tamanha corrupção já nos entristece como cidadãos (mesmo que de passagem) o que dirá vermos pessoas que se dizem cristãos envolvidos nestes esquemas e para piorar o sentimento de revolta, envolvendo o nome de Deus nesta história.

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Uma vida de milagres

Um dia destes fui a minha “igreja mãe” igreja onde cresci e aprendi muito sobre ser cristão, e sou muito grato a Deus por esta igreja, mais tive a triste experiência quando a visitei de saber que a moda das “campanhas” tem invadido esta igreja, e não é só ela mas a maioria das igrejas pentecostais e neo-pentecostais. Ao chegar a igreja vi uma réplica da arca da aliança e ao perguntar o por que desta arca está lá me responderam que era por causa de uma das campanhas de vitória que a igreja estava tendo nas quintas-feiras, alem da arca eles também estavam dando sete voltas no templo para que as muralhas fossem ao chão.

Ao ver isto dentro de igrejas sérias tenho sido despertando mais que urgente preocupação com a aplicabilidade da palavra de Deus e não alegorização do texto bíblico. Temos vivido num emaranhado de alegorias nas igrejas evangélicas, talvez porque seja mais fácil viver uma alegoria do que um princípio. Creio que por influência de nossa cultura mística temos muito mais facilidades em acreditar no que vemos e que é mensurável e não crer nas coisas que não vemos. Tem sido preferível colocar uma “arca da aliança” dentro das igrejas do que estar atendo a real presença do Espírito Santo, é mais fácil acreditar que dando sete voltas em volta de um terreno Deus irá fazer um milagre e a igreja irá comprá-lo do que trabalhar para arrecadar esse dinheiro. Acreditamos nos milagres mais somente se eles acontecerem da maneira que queremos, ou pior, temos acreditado que para os milagres acontecerem depende do tamanho da minha fé, e das qualidades dos meus atos proféticos em declarar a vitória.

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Dependo de Deus ou Deus depende de mim?

Em 1919 é publicada a obra de Karl Barth iniciada em 1916 Epistola aos Romanos, em 1922, na sua segunda edição esta obra destaca o método dialético de Barth.

Barth considera o método histórico-crítico apenas um preparativo para a compreensão da coisa, era fundamental penetrar no espírito da bíblia para compreendê-la. Em sua obra Barth apresenta um Deus totalmente transcendente e não uma força que move o mundo como era defendida na época.

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Estratégias para Combater o Pecado Sexual

1. Reconheça que a sexualidade é um dom bom de Deus.

Gênesis 2:24-25 - Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.

Provérbios 5:18-20 - Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade, como cerva amorosa e gazela graciosa; saciem-te os seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor sê atraído perpetuamente. E por que, filho meu, andarias atraído pela estranha e abraçarias o seio da estrangeira?

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Ser conhecido por Cristo.

O que tem te caracterizado como cristão?

Pregar o evagelho? Que isso?

Paz e graça, queridos.

Lembro-me de quando eu desfilava pelas ruas das cidades interioranas de Goiás e Minas Gerais com a banda de música e o departamento de cruzada da igreja. Ao finalizar o desfile da banda de música sempre acontecia um culto ao ar livre, onde algumas pessoas pregavam e outras se “convertiam”. Era o que chamávamos de evangelismo ou cruzada evangelística.

Este tipo de movimento está cada dia mais raro hoje em dia. Não quero discutir se esta é a melhor forma de se pregar a palavra, mais pelo menos era uma forma, e hoje não temos nem isso. Estou na capital a 7 anos e nem me lembro do ultimo evangelismo que participei organizado pela igreja.

Por que não queremos mais evangelizar? O que aconteceu com nossas cruzadas? Somos tão felizes por sermos cristão por que não buscamos mais cumprir nossa principal atividade no mundo?

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Reflexão sobre Fé

Graça e paz a todos,

É interessante observarmos a “teologia do seguimento” de Bonhoeffer que faz uma reflexão do crê (a fé).

Bonhoeffer faz uma dialética “quem crê obedece” e “quem obedece crê” uma reflexão de que a OBEDIENCIA à palavra de Deus é uma conseqüência da nossa fé.

E para nós, cristãos brasileiros, o quem tem caracterizado a nossa fé? São nossas ações ou nossas “indulgencias” quer sejam materiais ou mentais? Estamos declaramos a nossa fé verbalizando-a ao nosso próximo, ou talvez em camisetas ou nossas roupas diferenciadas, mais será que estamos agindo como quem tem fé?

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Você é feliz?

Ontem no seminário tive o privilégio de participar de uma reflexão a respeito do texto de 1ª Pedro 1: 3-11. Foi nos chamado a atenção a respeito principalmente do versículo 8 onde Pedro mostra a verdadeira motivação da alegria dos cristão: “Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso;”. Entendo deste versículo qual deveria ser realmente a motivação de nossa alegria, segundo Pedro nossa alegria deveria ser motivada apenas pelo crer, não precisamos nem ver Jesus, ou estar em paz na terra – porque a igreja era perseguida -, nós deveríamos ser alegres com uma alegria grandiosa apenas por crer em Jesus.

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Adolescentes cristãos :Como tomar decisões sozinho

O Servo de Deus, e em especial o jovem cristão, precisa saber viver em qualquer lugar ou ambiente, e dar testemunho eloquente da sua fé em Jesus Cristo, mesmo que esteja sozinho, longe do pastor, dos pais ou dos irmãos em Cristo. Muitos, mesmo tendo nascido num lar cristão, só conseguem manter-se firmes, enquanto são crianças, levadas à Igreja pelos pais.Quando se tornam adolescentes, já começam a se sentir inseguros e chegam a desviar-se, quando se tornam jovens. É preciso saber conduzir-se em qualquer lugar, diante de quem quer que seja, sem envergonhar-se do maravilhoso nome de JESUS. Meditaremos em alguns aspectos que precisam ser considerados nesse assunto.

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Não quero ser apóstolo

Os pastores possuem um fino senso de humor. Muitas vezes, reúnem-se e contam casos folclóricos, descrevem tipos pitorescos e narram suas próprias gafes. Riem de si mesmos e procuram extravasar na gargalhada as tensões que pesam sobre os seus ombros. Ultimamente, fazem-se piadas dos títulos que os líderes estão conferindo a si próprios. É que está havendo uma certa, digamos, volúpia em pastores se promoverem a bispos e apóstolos. Numa reunião, diz a anedota, um perguntou ao outro: “Você já é apóstolo?” O outro teria respondido: “Não, e nem quero. Meu desejo agora é ser semideus. Apóstolo está virando arroz de festa, e meu ministério é tão especial que somente o título de semideus cabe a mim”. Um outro chiste que corre entre os pastores é que se no livro do Apocalipse o anjo da igreja é um pastor, logo, aquele que desenvolve um ministério apostólico seria um “arcanjo”. Já decidi! Não quero ser apóstolo! O pouco que conheço sobre mim mesmo faz-me admitir, sem falsa humildade, que eu não teria condições espirituais de ser um deles. Além disso, não quero que minha ambição por sucesso ou prestígio, que é pecado, se transforme em choça.

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